O governo dos Estados Unidos voltou a justificar a proposta de um novo tarifaço sobre produtos brasileiros com argumentos ligados à política ambiental do país. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (2), a administração do presidente Donald Trump utilizou dados considerados defasados para embasar parte das críticas apresentadas em relatório oficial.
De acordo com o documento, o governo americano menciona índices de desmatamento registrados em anos anteriores, incluindo períodos em que a Amazônia enfrentou recordes de devastação. Os dados citados correspondem ao auge do desmatamento observado durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, sem considerar indicadores mais recentes apresentados pelas autoridades brasileiras. (Wikipédia)
A referência aos números ambientais aparece entre os argumentos utilizados pelos Estados Unidos para defender a adoção de novas tarifas sobre produtos brasileiros. O relatório também faz críticas a práticas comerciais do Brasil e já havia gerado repercussão por incluir questionamentos ao Pix e a outras políticas econômicas brasileiras. (Globoplay)
O novo movimento ocorre em meio ao aumento das tensões comerciais entre os dois países. Nos últimos dias, o governo Trump anunciou propostas de elevação de tarifas sobre produtos brasileiros, medida que provocou reações de autoridades, empresários e representantes do setor produtivo. (Globoplay)
O governo brasileiro ainda avalia os impactos das medidas e busca alternativas diplomáticas para evitar prejuízos às exportações nacionais.





