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Polícia

Fundador de igreja de Lúcifer é assassinado a tiros em Fortaleza; suspeito foi preso

Luciano Victor Melo de Sousa, conhecido como Bruxo Paulo Padilha, foi morto no Bairro de Fátima; Polícia Civil investiga a motivação e busca possíveis envolvidos

Portal TV Russas
Por PORTAL TV RUSSAS
· 2 min de leitura·Fonte: G1 CE
Fundador de igreja de Lúcifer é assassinado a tiros em Fortaleza; suspeito foi preso
Fundador de igreja de Lúcifer é assassinado a tiros em Fortaleza; suspeito foi presoFOTO: REPRODUÇÃO / ACERVO TV RUSSAS

Luciano Victor Melo de Sousa, de 38 anos, conhecido como Bruxo Paulo Padilha, foi assassinado a tiros na manhã da última quinta-feira (20), no Bairro de Fátima, em Fortaleza. Ele era conhecido por ter fundado a primeira Igreja de Lúcifer do Ceará e também era proprietário de bares no Bairro Benfica.

O crime aconteceu no cruzamento da Avenida 13 de Maio com a Rua Barão do Rio Branco. Luciano estava em um carro acompanhado de um homem de 21 anos quando o veículo apresentou um pneu furado e os dois pararam em uma oficina.

Segundo testemunhas, enquanto aguardavam o serviço, um motociclista se aproximou e efetuou vários disparos. Luciano foi atingido na cabeça e no abdômen e morreu no local. O acompanhante também foi baleado na cabeça e socorrido em estado grave para o Instituto Doutor José Frota (IJF).

Horas depois, a Polícia Civil prendeu um homem de 25 anos no Bairro Farias Brito. Com ele, foram apreendidos uma pistola, um revólver, munições, uma motocicleta e roupas que teriam sido utilizadas durante o crime. O suspeito foi autuado em flagrante por homicídio e posse ilegal de arma de fogo.

Conhecido nas redes sociais como bruxo e bispo satânico, Paulo Padilha era praticante da chamada quimbanda luciferiana e mantinha desde 2023 um templo no Bairro Benfica, apresentado por ele como a primeira Igreja de Lúcifer do Ceará.

A motivação do assassinato ainda não foi esclarecida. A investigação está sob responsabilidade da Polícia Civil, que trabalha para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer as circunstâncias do ataque.

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