O Ceará registra 33 açudes sangrando neste penúltimo mês da quadra chuvosa, indicando um cenário positivo de recarga hídrica em diversas regiões do estado.
Com as chuvas mais consistentes, reservatórios de diferentes portes atingiram a capacidade máxima, garantindo maior segurança no abastecimento e contribuindo para a recarga de rios e aquíferos.
Entre os açudes que estão sangrando, destacam-se:
Acaraú-Mirim (Massapê) – 0,48 m
Arrebita (Forquilha) – 0,32 m
Forquilha (Forquilha) – 0,20 m
Jatobá II (Ipueiras) – 0,04 m
Jenipapo (Meruoca) – 0,36 m
Sobral (Sobral) – 0,12 m
São Vicente (Santana do Acaraú) – 0,14 m
Caldeirões (Saboeiro) – 0,10 m
Mamoeiro (Antonina do Norte) – 0,01 m
Muquém (Cariús) – 0,21 m
Orós (Orós) – 0,39 m
Pau Preto (Potengi) – 0,08 m
Valério (Altaneira) – 0,11 m
Angicos (Coreaú) – 0,14 m
Diamantino II (Marco) – 0,11 m
Gangorra (Granja) – 0,59 m
Itaúna (Granja) – 0,52 m
Tucunduba (Senador Sá) – 0,68 m
Várzea da Volta (Moraújo) – 0,25 m
Gameleira (Itapipoca) – 0,06 m
Quandú (Itapipoca) – 0,09 m
São Pedro Timbaúba (Miraíma) – 0,24 m
Accioly (Guaiúba) – 0,04 m
Cauípe (Caucaia) – 0,12 m
Germinal (Pacoti) – 0,07 m
Cachoeira (Aurora) – 0,05 m
Olho d’Água (Várzea Alegre) – 0,33 m
Rosário (Lavras da Mangabeira) – 0,08 m
Tatajuba (Icó) – 0,05 m
Ubaldinho (Cedro) – 0,01 m
Do Batalhão (Crateús) – 0,23 m
Sucesso (Tamboril) – 0,10 m
São José III (Ipaporanga) – 0,10 m
A sangria ocorre quando o volume de água ultrapassa o limite do reservatório, sendo considerada um indicativo positivo dentro do período chuvoso.
O cenário de 2026 reforça a recuperação hídrica no estado após anos de irregularidade nas chuvas, trazendo alívio para a população e fortalecendo o planejamento hídrico.
Fonte: Diário do Nordeste




