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Municípios do Ceará estão em situação de risco por causa da dengue

Óticas Diniz

Tribuna do Ceará

20/11/2013

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O número de casos e mortes por dengue só aumenta no país, deixando as autoridades preocupadas e os municípios em situação de risco. O Nordeste é a região que concentra mais cidades nesse estado: ao todo são 125. Os dados são do Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LiraA), apresentado nesta terça-feira (19), pelo Ministério de Saúde.

O Ceará tem apenas três municípios em situação de risco, sendo o menor número. Já a Paraíba é o estado com maior número desse caso, com 34 cidades. O Nordeste conta com 254 municípios em situação de alerta. Entre eles, estão: Fortaleza, Aracaju, Salvador e São Luís.

Para reverter esse quadro, o Ministério de Saúde traça diversas estratégias para combater a proliferação da doença. Além disso, ressaltou que o total investido durante todo o ano de 2013 será de R$ 363,4 milhões a todos os municípios para vigilância e prevenção no controle da dengue.

Casos

Segundo o levantamento, somente em 2013, foram notificados 1.476.917 casos suspeitos de dengue em todo o país, tendo o aumento de 54,6% em relação a 2010. O Nordeste conta com 149,678 casos, ou seja, representa 10,1% do total. Já o Sudeste concentra 63,4% dos casos, sendo a região com maior incidência da doença.

O número de mortes no Sudeste também é maior, com 259. Já o Nordeste aparece em segundo lugar, com 136 óbitos confirmados. De acordo com a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), o número de mortes por causa de dengue registrados no Ceará é de 47, desde o início de 2013. Além disso, Fortaleza teria contabilizado mais óbitos, totalizando 26.

Análise

Para o coordenador de Promoção e Proteção à Saúde do Estado, Manoel Fonseca, o número de casos de dengue é constante o ano inteiro. Além disso, a seca pode colaborar para o aumento de mosquitos. “Quando falta água, por causa da seca, as pessoas afetadas acumulam o qualquer volume, que pode servir de criadouro para o mosquito. A seca pode colaborar nesse sentido. Além disso, tem a questão do saneamento básico, que diminui o risco”.

“Eu entendo que, apesar do esforço que todo mundo faz, todo ano é a mesma coisa. A gente alerta e todo ano, dependendo do sorotipo, temos epidemias. Enquanto não for descoberta uma vacina contra a dengue, não vai ter diminuição dos casos”, desabafou.

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