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Com mais de 3 mil novos casos no CE, SUS vai oferecer teste rápido para tuberculose

Óticas Diniz

Agência Brasil

26/03/2013

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O Ministério da Saúde vai disponibilizar até o fim do ano, gratuitamente, na rede pública, um teste rápido para diagnóstico de tuberculose com capacidade de detectar a presença do bacilo causador da doença em apenas duas horas. No Ceará, um total de 3.338 novos casos foram registrados somente no ano passado. Apenas em Fortaleza, 1.567 foram notificados.

O Gene Xpert, como é denominado, também identifica se a pessoa tem resistência ao antibiótico rifampicina, usado no tratamento da doença. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (25) pelo secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, em solenidade que marcou o Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose.

Para a implementação da nova tecnologia no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde está investindo R$ 12,6 milhões. Os recursos são para a aquisição de testes, máquinas e no treinamento dos profissionais de saúde.

“Este teste permite que as pessoas deixem as unidades de saúde já com o diagnóstico, possibilitando, assim, que iniciem o tratamento mais precocemente”, afirmou o secretário Jarbas Barbosa, durante a solenidade.

4ª causa de morte

O Brasil ocupa atualmente o 17º lugar num ranking de 22 nações consideradas ‘de alta carga’ (onde há grande circulação da doença). No país, a tuberculose representa a 4ª causa de morte por doenças infecciosas e a primeira causa de morte por doença identificada entre pessoas com HIV.

Em relação ao perfil do paciente brasileiro, cerca de 66% dos casos de tuberculose notificados em 2012 acometeram homens. Quanto à faixa etária, a frequência maior da doença ocorre entre 25 e 34 anos, em ambos sexos. Quanto à escolaridade, 58,2% dos casos novos tinham até oito anos de estudo.

Entre a população indígena, o risco de contrair a tuberculose chega a ser três vezes maior que na população em geral. Entre a população privada de liberdade, o risco é 28 vezes maior. Entre os moradores de rua, o risco é 67 vezes maior e entre pessoas que vivem com HIV, o risco de contrair a doença é 35 vezes maior.

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