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Aids: tratamento será universal

Óticas Diniz

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19/07/2012

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A Unaids prevê para 2015 também zerar a transmissão do vírus HIV entre a mãe e o bebê o que ainda ocorre hoje
Brasília. Dados divulgado ontem pela Unaids (agência da Organização das Nações Unidas ONU para a Aids) indicam que o mundo poderá atingir duas metas propostas para 2015: universalizar o tratamento contra a doença e zerar a transmissão do vírus HIV entre a mãe e o bebê.



"Essa é a grande notícia", afirmou Pedro Chequer, coordenador da Unaids no Brasil, sobre a curva de expansão do tratamento da doença.

Em 2003, cerca de 400 mil pessoas tinham acesso a antiretrovirais. Em 2011, o número saltou para 8 milhões - sempre considerando os países de baixa e média renda. Apesar de ter crescido, porém, os 8 milhões representam apenas 54% do total estimado de pessoas que deveriam estar em tratamento.

"Parte dessa vitória se deve ao Brasil, que adotou uma política que contrariou muitos. E o país mantém a posição firme, apesar das condições financeiras internacionais", disse Chequer.

A América Latina é a região com cobertura de tratamento mais massiva, segundo a Unaids, alcançando 70% da população alvo. As regiões tidas como mais preocupantes são Oriente Médio e norte da África (13%) e Leste da Europa e Ásia Central (23%).

A curva da transmissão vertical do vírus - entre mãe e bebê - também se mostra descendente nos últimos anos.

Dados

O relatório, que avalia as condições dos países em 2011, estima que 34,2 milhões de pessoas vivem com o vírus HIV no mundo, quase 70% delas na África subsaariana - apesar de abarcar os maiores números da epidemia, essa região é, também, a que apresenta um dos melhores resultados na redução, segundo a agência Unaids.

O número de pessoas com o vírus em 2011 é levemente superior ao constatado em 2010 (34 milhões), o que indica aumento na expectativa de vida dos pacientes por conta de acesso aos medicamentos.

Expectativa de vida

No Brasil, por exemplo, a expectativa de vida para um paciente diagnosticado era de 5,1 meses em 1989; hoje supera os 120 meses, segundo Chequer.

Apesar de medidas de prevenção, cerca de 2,5 milhões de pessoas ainda se infectaram no ano passado. Mesmo alto, o número é 20% menor que o total de infecções registradas em 2001.

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