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Vacinas não devem ficar de fora do esquema de proteção de crianças

Óticas Diniz

Diário do Nordeste

12/09/2017

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Muitas das vacinas que previnem doenças são desconhecidas pela população devido à erradicação e ao controle dessas doenças. ( Reprodução )
Muitas das vacinas que previnem doenças são desconhecidas pela população devido à erradicação e ao controle dessas doenças. ( Reprodução )

Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade ressalta que a vacinação continua a ser fundamental para evitar contaminação.

Tendo em vista a campanha de multivacinação para crianças e adolescentes que ocorre em todo o país no período de 11 a 22 de setembro, a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) alerta para a importância da vacinação. 

A entidade ressalta que muitas das vacinas que previnem doenças são desconhecidas pela população devido à erradicação e ao controle dessas doenças. Entretanto a vacinação continua a ser fundamental para evitar a contaminação não só individual, mas também em massa.

“Hoje há uma dificuldade de vacinação e adesão de acordo com a proposta do Ministério da Saúde pelo horário de atendimento de muitas Unidades Básicas de Saúde ainda ser das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, que muitas vezes é compatível com o horário de trabalho dos pais e cuidadores das crianças, então nos dias de campanhas, há uma facilidade para atualização das vacinas para quem perdeu o prazo”, explica Denize Ornelas, médica de família e diretora da SBMFC.  

A campanha de multivacinação tem o Dia D - principal data para a mobilização nacional -, marcado para o próximo sábado (16). 

Vacinação de adultos

Algumas vacinas como a contra sarampo, caxumba e rubéola nas mulheres, na faixa etária entre 20 e 30 anos, necessitam de novas doses na fase adulta. Os dias de campanha podem ser uma oportunidade de imunização para essas pessoas se vacinarem, porém é preciso conferir a política desse tipo de evento de cada município e estado.

Importância de tomar todas as doses

Vacinas com mais de uma dose precisam que todas elas sejam tomadas para que a imunização seja completa, pois cada dose age de uma forma diferente e complemetam a proteção.

“O sistema imunológico precisa de todas as doses para que organismo tenha uma reação de proteção e possa gerar as imunoglobulinas, que são os anticorpos, que vão combater o vírus ou a bactéria responsável pela doença”, explica Denize. 

Além da proteção individual, as vacinas também proporcionam a proteção em massa, principalmente sobre as doenças que são transmitidas por vírus como a caxumba, cuja transmissão é por via respiratória, e se propaga facilmente em ambientes fechados como ônibus e metrôs. 

Efeitos colaterais 

Uma reação que pode acontecer, principalmente em crianças, é a febre pelo menos 48 horas após o período da vacina. É uma reação do corpo que está trabalhando com os anticorpos para que aquela substância tenha o efeito esperado no organismo. Algumas mães, até orientadas por médicos, dão antitérmicos antes da vacina para prevenir, mas o recomendado é esperar a febre se manifestar, pois cada criança vai reagir de um jeito.

“A orientação é observar a reação da criança e caso a febre se manifeste de forma a deixar a criança sonolenta, enjoada, com falta de apetite, e outros sintomas, o ideal é consultar o médico de família ou pediatra que faz o acompanhamento para checar o melhor medicamento e dose”, ressalta Denize. 

Dor na picada 

Outro fator que afasta as mães e pais a não levarem os filhos para se vacinarem é a dor que a agulha da injeção causa. É possível também que o local fique dolorido por 24 horas depois da aplicação da vacina, o conselho é fazer compressa para aliviar a dor. 

Uma dica importante que já é usada em alguns serviços públicos e privados para proporcionar que o momento da vacinação seja mais tranquilo é a amamentação simultânea. Está cientificamente provado que o leite materno tem substâncias analgésicas que diminuem a dor, além do conforto e aconchego que o bebê sentirá no contato com a mãe. 

O calendário básico de vacinas disponibilizadas pelo SUS pode ser conferido em: https://goo.gl/F3PWCn

As informações são da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC).

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