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Sociedade pode esperar 1 ano e meio por denúncia, diz advogado de Temer

Óticas Diniz

Diário do Nordeste

02/08/2017

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Antônio Cláudio Mariz de Oliveira fez defesa do presidente no plenário da Câmara na manhã desta quarta-feira (2) ( Foto: Agência Brasil )
Antônio Cláudio Mariz de Oliveira fez defesa do presidente no plenário da Câmara na manhã desta quarta-feira (2) ( Foto: Agência Brasil )

O advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira defendeu que presidente não deve ser colocado no banco dos réus.

Advogado do presidente, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira defendeu que os deputados rejeitem o prosseguimento da denúncia contra seu cliente.

Ele afirmou que um presidente da República não deve ser colocado no banco dos réus e que a acusação da Procuradoria-Geral da República deverá prosseguir em 1º de janeiro de 2018, quando Temer deixar o cargo.

"Deem um ano e meio, só, para o presidente da república, para ele continuar com sua obra magnífica. Permitam a ele dizer para a nação brasileira como se governa", diz Mariz.

"É apenas questão temporal. Não se pode aguardar um ano e meio? Será o presidente da República um facínora?", discursou um inflamado Mariz.

"Não se pode desejar que o presidente continue com sua missão redentora desse país? Vamos acabar com isso, vamos dar solução de continuidade", afirmou.

"Até porque não se consultou a sociedade sobre isso. Será que a sociedade não prefere um ano e meio de continuidade dessas medidas?", continuou, referindo-se às reformas propostas por Temer para a Economia.

O presidente, afirma, tem uma "missão redentora" para o país, que seria interrompida caso a Câmara vote pelo prosseguimento da denúncia e, com isso, afaste Temer do Planalto.

Mariz disse ainda que caso a acusação contra Temer já tivesse chegado ao STF (Supremo Tribunal Federal), os ministros já a "teriam enterrado".

Mariz também atacou a credibilidade da denúncia contra o presidente, baseada em um "rol de equívocos".

"Não passa de um cadáver do que seria uma acusação séria", afirma ou advogado.

"Há uma armação prejudicial à nação." Segundo ele, a denúncia "denota a vontade de acusar por acusar".

"Imagina um homicida chegando na presença do procurador, dizendo: matei três. Aí o procurador diz: indique-me o mandante. Eu indico o mandante e vou para a rua, vou para Nova York, Los Angeles, Paris", disse em alusão ao acordo de delação premiada de Joesley Batista com a PGR. 

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